A conversa desta semana foi, no mínimo, bastante discutida!
Enquanto a sala estava sendo preparada, o pastor, com um quadro debaixo do braço, um pano e uma caneta, dirigiu-se para o centro. Organizou as coisas e começou a escrever. Ninguém sabia o que escrevia e enquanto a conversa não começou todos permaneceram na curiosidade.


Pelo início de conversa o tema ia ser daqueles bem complexos.
E foi...




A primeira pessoa recebeu a oportunidade de se dirigir ao quadro e responder as duas perguntas que lá haviam. Um por um, o quadro foi ficando cada vez mais cheio. Durante todo esse período o quadro permaneceu de costas, incógnito no que estava escrito.
Para quem ainda não sabia quais eram as perguntas, limitava-se a adivinhar pelas expressões dos que respondiam. No mínimo, intrigante.


“O que você gosta e o que não gosta na sua igreja?” – eram as perguntas, lado a lado, em forma de título em cada coluna que dividiam o quadro branco.



Respostas dadas, a conversa finalmente começou.


O coordenador do “Conversa Franca”, pr Josué Júnior, explicou todo o propósito das perguntas; “todos nós temos preferências, e as preferências determinam as escolhas. Porém, será que no caso da igreja, é ela quem deve se sujeitar aos meus caprichos, ou eu que devo me sujeitar ao desejo do dono dela, que é Cristo?”.



Silêncio na sala… mas continuou: “A juventude de hoje só quer igreja que pareça bem ao gosto deles. Mas porque poucos se importam com o que Jesus quer dele(a) ou da igreja que participa?” E na empolgação do assunto continuou dizendo: “O que você escreveu no quadro era o que Jesus escreveria sobre a sua igreja? Afinal, o que se escreveu lá, revela a sua preferência. E a sua preferência é a mesma de Jesus Cristo, ou é apenas sua?”



Você já deve estar curioso(a) pra saber o que foi que eles escreveram, não é? Calma… tudo tem seu tempo certo!
Ainda hesitantes, os primeiros comentários começaram a aparecer. O pastor Júnior deu uma ajudinha e começou a citar as coisas boas, nomeadamente: companheirismo, palavra, boa disposição, oportunidades para aprimorar meus dons e talentos, e outras mais.
E novamente a pergunta: “É isto que Jesus espera da nossa igreja local?” E a galera respondeu positivamente.



Mas e as coisas que não gostamos? Entre elas estavam: poucas atividades de evangelismo, teve quem mencionasse falta de organização, e a mais popular sabe qual foi? Conversinhas e murmurações. Seguramente é porque muitos deles sofreram ou sofrem com isto, e claro que é mal e condenável pela Bíblia.

Os temas deram muito que falar.



Então veio mais uma pergunta intrigante: “Das coisas que reprovamos porventura você não é um provocador e promotor de algumas delas?”.
Seguramente já ouviu falar da expressão “o sujo falando do mal lavado”. Infelizmente as coisas são assim mesmo. Reclamamos muito de coisas que nós mesmos fazemos, principalmente no grupo a qual estamos envolvidos.



Fazes o que condenas?



E esta foi a proposta do “Conversa Franca” desta semana: sair da passividade, da reclamação e do que está mal, e partir para a atividade de promover as boas coisas e eliminar as ruins.
O pastor concluiu: “Se quero ver as coisas negativas da minha igreja serem abolidas da comunidade de fé que eu faço parte, especialmente aquelas que Jesus também condena, a transformação começa em mim e atingirá os outros por mim, com a sabedoria e graça de Jesus Cristo”.



Faça diferente, e as coisas serão diferentes. Impactante, hein? E agora, o que você, leitor do blog, tem a dizer sobre o assunto? Dê-nos a sua opinião!

Post editado por Pr Josué Júnior e revisto por Israel Carvalho.




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