Não se assuste com o tema, mas encare-o. Infelizmente faz parte do nosso quotidiano.
Numa longa lista Portugal é o 3º país da Europa onde a taxa de suicídio mais cresceu nos últimos 15 anos, sendo que, em média, a cada dia acontecem aproximadamente 5 actos de suicídio.
Numa visão mais geral, na Europa, 20 milhões de pessoas sofrem de depressão e 60 000 terminam com as suas próprias vidas todos os anos.
Várias são as causas, entre elas dívidas, ausência do apoio familiar, causas sentimentais e a falta de futuro na sua vida. Existem também os aspectos psicológicos, como a depressão, o não saber lidar com os problemas da vida, entre outros.
Mas quão reais são as informações que os media nos apresentam?
Quando nos damos conta que afinal o que passa na televisão ou nos jornais está bem mais perto do que julgamos, começamos a perceber o quão desligados do mundo às vezes nós estamos. A verdade é que nem todos sofrem da mesma, sendo que uns nem dão a entender as suas intenções, logo a pessoa que senta ao seu lado no autocarro, no metro ou até numa fila pode estar sendo vítima de tais pensamentos. Fique atento!
“O coração do homem é terra que ninguém sonda.” – declararam durante a conversa.
Antes de se cometer o acto, já uma decisão deve ter sido feita, afinal somos racionais, e acções como o suicídio não são tomadas por instinto. É desde o momento da decisão que a pessoa já está pecando, uma vez que ao fazê-lo está rejeitando o Salvador que tem a Salvação. E
quem rejeita o Salvador, rejeita o plano de salvação para a manutenção desta
própria vida.
As várias tentações que nos cercam e que fazem parte do Mundo são favoráveis para que se tomem decisões erradas atrás de decisões erradas, e isso vai levando a um abismo cada vez mais profundo. Quando
se chega ao fundo do abismo, abre-se espaço para decisões que tem como
consequência um final consumidor da vida, as quais até ali, não haviam se
manifesto no pensamento. Se vê como solução, o que não é solução!
Faríamos como Jó que, apesar de perder tudo, ficou firme?
Faríamos como Jó que, apesar de perder tudo, ficou firme?
Até Jesus foi tentado, e por isso não estamos livres de o ser também. E como verdadeiro Homem, carnal, Ele rejeitou aquilo que não aprazia ao Senhor, escapando assim de piores consequências.
Vemos na Bíblia que Elias pediu a própria morte. Sendo assim ele queria se matar, certo? Pensemos melhor na questão analisando o modo como ele queria que acontecesse. Ele não o queria fazer com as suas próprias mãos, por sua vez pediu ao Dono da Vida para que lhe fosse tirado de modo a acompanhá-Lo ao Céu. Não cometeu nenhum atentado ao seu próprio corpo e o único que, de acordo com a Bíblia, tem o direi de o fazer é o próprio Deus, logo não pecou.
Várias questões sociais que desde sempre fizeram parte das nossas vidas têm uma ligação com a decisão humana sobre a vida, entre elas a eutanásia e o aborto.
A eutanásia resume-se à abreviação da vida de um enfermo sem solução de cura. Por exemplo, pessoas que se encontram em estado terminal de uma doença incurável e que, apesar de tudo, sofrem, querendo, assim, levar a cabo a sua própria morte.
Em nenhuma circunstância a Bíblia declara permitido realizar qualquer tipo de execução à vida pois ela afirma que “não temos o poder sobre a nossa própria vida” – assim como foi citado durante a conversa.
Mas engane-se se pensar que por ser crente e conhecer a Palavra que você se encontra livre de chegar a um ponto tão decisivo da sua vida e se questionar se vale a pena tirá-la com as próprias mãos. Somos, acima de tudo, pecadores, todos nós. Por isso não estamos livres de tais pensamentos, no entanto estamos mais instruídos para essas situações e vai caber a cada um de nós decidirmos se queremos que seja o Espírito Santo que guie a nossa vida ou nós próprios.
Devemos estar despertos para o mundo à nossa volta e permitir que nossos olhos sejam ungidos para perceber-mos a realidade das coisas.
Post editado por: Israel Carvalho



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parabéns pelo trabalho, isto leva muitos a reflexão. pr josue
Obrigado! Esse é o objetivo do nosso trabalho; não só divulgar mas também levar à reflexão.
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